segunda-feira, outubro 25, 2021

Calendário chinês: começa o Ano do Boi


Depois do rato, vem o boi, que, na cultura chinesa, é um signo atribuído ao trabalho. Entre as superstições associadas ao Ano Novo Lunar, que começa nesta sexta-feira (12) é recomendado não lavar ou cortar o cabelo no primeiro dia e usar a cor vermelha, para garantir prosperidade. O Ano Novo corresponde a 4719 e termina em 31 de janeiro de 2022.

No calendário chinês, os anos são dedicados a animais – 12 -, que se intercalam: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco (ou javali).

Pela segunda vez, o novo ano é marcado pela pandemia do novo coronavírus. O governo da China apelou às famílias para que celebrem de forma virtual. Mas as iluminações de lanternas e a ida a templos atraem muitas pessoas às ruas.

Thierry Chow, mestre de feng shui residente em Hong Kong, explica que, embora o animal seja um boi, o metal é predominante no novo ano lunar. Esse elemento representa qualquer coisa brilhante, desde joias até a agulha de uma seringa. Poderá ser interpretado como indicador do importante papel das indústrias relacionadas com o uso de metal, em 2021.

ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, manifestou gratidão à China e ao povo chinês por seu apoio ao multilateralismo e à instituição em sua mensagem de vídeo para o Ano Novo Lunar Chinês.

Guterres começou sua mensagem em mandarim: “Chun Jie Kuai Le!” (Feliz Festival da Primavera!), “Envio os meus melhores votos a todos os que celebram o Ano Novo Lunar”.

“Este ano é o Ano do Boi, o mesmo do ano do meu nascimento”, disse o secretário. “O boi simboliza energia, força e coragem. São essas as qualidades que o mundo precisa agora”.

Sobre o COVID-19, o secretário-geral afirmou que no ano passado, a pandemia de covid-19 trouxe grande incerteza e perturbação. No entanto, ele ressaltou que “em 2021, devemos nos unir para combater o vírus, tomar medidas sobre o clima e construir uma forte recuperação da pandemia”.

*Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal e da Xinhua – agência pública da China



EBC

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